Além das habituais recomendações do Last.fm, faz bastante tempo que eu uso o thesixtyone como fonte de descobertas musicais. A plataforma cavuca as garagens do mundo atrás de bandas e artistas incríveis que ainda não estão sob às luzes dos holofotes. O tipo de música disponibilizado é uma salada de indie-rock-folk-hipster-elctro-experimental-do-caralho, uma coisa meio indefinida, mas que sempre segue essa linha de “alternativo desconhecido”.
Sobre a parte visual e operacional, o 61 também é impecável. Basta alguma coisa ter uma proposta de design limpa e criativa, que me conquista. so assim fácio. Logo que você entra no site, sem pedir licença, ele despeja uma canção nova. Junto com ela, no background da página, uma imagem fixa do artista/banda. Ao longo da música, caixinhas rotativas com informações a respeito do que você tá ouvindo vão surgindo, tais como agenda de shows, histórico, curiosidades, etc.
As abinhas interativas permitem que o ouvinte comente, curta (facebookfeelings), compartilhe em redes sociais e comente. Outra coisa que ainda é bem inovadora é o manuseio com as teclas de seta, é issoaê, não gostou? Dá-lhe pra direita. Quer ouvir de novo? Dá-lhe pra esquerda. Existe também a opção de montar o playlist de acordo com o seu humor: mellow, party, happy, trippy, crazy, smooth, sad, rocky, love, funny, remix e covers.

Em suma, o sisteminha é uma novidade boa para quem gosta de descobrir peripécias musicais mundo afora.






